O silêncio me provoca uma inter(ior)locução e a ausência de palavras, uma indignação.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) maio 27, 2012O silêncio me aquieta; a ausência de palavras me deixa desconcertado. As palavras transitam no silêncio e se escondem na ausência.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) maio 27, 2012O silêncio jamais se deixa vencer pela palavra; ele apenas permite que a palavra dita mostre certos aspectos de sua superfície. #Letras365.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) maio 7, 2012A palavra não é uma negação do silêncio; é apenas o vozeamento de certos contornos do silêncio. #Letras365.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) maio 7, 2012O corpo verte sangue quando sofre; alma verte palavras; o espírito verte silêncio. #letras365.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) março 1, 2012Verter palavras é o ofício da alma mesmo quando está em silêncio. #letras365.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) março 1, 2012No primeiro princípio era o silêncio. No segundo princípio veio a palavra. E a palavra não extinguiu o silêncio. #letras365.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) fevereiro 27, 2012O silêncio não é, de modo algum, um vácuo de sentido e de vozes. Todo silêncio diz algo; todo silêncio tem uma voz que o agencia.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) fevereiro 27, 2012O silêncio atravessa as palavras. Só ele pode fundar certos sentidos. #letras365.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) fevereiro 27, 2012Há silêncio nas palavras, mesmo nas mais estridentes. #letras365.
— Sostenes Lima (@Limasostenes) fevereiro 27, 2012
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